Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Na noite de Sábado Santo (05) celebramos, enquanto comunidade Matriz da Paróquia Santo Antônio, a Vigília Pascal, considerada a mãe de todas as vigílias e “a mais sublime e nobre de todas as solenidades da Igreja”. Esta celebração ocupa um lugar central no ano litúrgico, sendo o coração de todas as festividades. Durante ela, não se celebra o coração da Igreja, a Ressurreição, mas também se recorda a vida e a Paixão de Cristo, que são fundamentais para a experiência cristã.
A celebração teve início na entrada principal da Igreja, às 19h30, com a bênção do fogo e a preparação e acendimento do Círio Pascal, realizado pelo Pe. Roberto J. Gottardo, sj, que presidiu a cerimônia. Após a assembleia entrar na igreja, foi feita a “Proclamação da Páscoa” seguida das leituras bíblicas.

Na sua homilia, Pe. Roberto refletiu sobre o Evangelho da Ressurreição de Jesus Cristo (cf. Mt 28,1-10). O anjo disse às mulheres, que se encontravam assustadas e entristecidas ao se dirigirem ao túmulo: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito!” (cf. Mt 28,5-6). É a tentação de buscar o Senhor em lugares errados. O anjo as intimou a contar para os discípulos: “Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.

Pe. Gottardo sugeriu que todos procurem retornar à sua “Galileia”, explicando que cada batizado possui uma Galileia particular: “a experiência do encontro pessoal com Jesus, que nos chamou para segui-lo e participar da sua missão. Voltar à Galileia significa recuperar a memória daquele momento em que Jesus nos olhou com misericórdia e nos chamou, quando nos fez sentir que o amor não é uma projeção infantil, uma ilusão, mas aquilo que dá sentido e sabor à vida”.

Ele foi enfático ao dizer: “Portanto, voltemos à Galileia sem medo. Levemos o fogo da Ressurreição a todas as criaturas. O Ressuscitado nos aguarda na Galileia e nos convida a retornar ao lugar do nosso primeiro amor, para nos dizer: ‘Não tenhais medo, segui-me’”. E ainda lembrou que quando um relacionamento conjugal, por exemplo, passa por turbulências e/ou crises, é salutar retornar às origens, ao primeiro amor.

Em seguida, realizou-se a liturgia batismal com a apresentação e o batizado dos 12 catecúmenos adultos e a renovação das promessas do Batismo de todos os fiéis presentes na assembleia.

Para encerrar, Pe. Roberto desejou a todos uma Feliz Páscoa, explicando o que significa: “Venha para fora! Faça a passagem! Saia do túmulo! Supere os automatismos e dê à luz algo novo! Quando desejamos uns aos outros uma Feliz Páscoa, é isso que devemos desejar. Páscoa é sinal da vitória, é símbolo de algo novo e inesperado que nasce ou renasce das cinzas”.







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Na noite de Sábado Santo (05) celebramos, enquanto comunidade Matriz da Paróquia Santo Antônio, a Vigília Pascal, considerada a mãe de todas as vigílias e “a mais sublime e nobre de todas as solenidades da Igreja”. Esta celebração ocupa um lugar central no ano litúrgico, sendo o coração de todas as festividades. Durante ela, não se celebra o coração da Igreja, a Ressurreição, mas também se recorda a vida e a Paixão de Cristo, que são fundamentais para a experiência cristã.
A celebração teve início na entrada principal da Igreja, às 19h30, com a bênção do fogo e a preparação e acendimento do Círio Pascal, realizado pelo Pe. Roberto J. Gottardo, sj, que presidiu a cerimônia. Após a assembleia entrar na igreja, foi feita a “Proclamação da Páscoa” seguida das leituras bíblicas.

Na sua homilia, Pe. Roberto refletiu sobre o Evangelho da Ressurreição de Jesus Cristo (cf. Mt 28,1-10). O anjo disse às mulheres, que se encontravam assustadas e entristecidas ao se dirigirem ao túmulo: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito!” (cf. Mt 28,5-6). É a tentação de buscar o Senhor em lugares errados. O anjo as intimou a contar para os discípulos: “Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.

Pe. Gottardo sugeriu que todos procurem retornar à sua “Galileia”, explicando que cada batizado possui uma Galileia particular: “a experiência do encontro pessoal com Jesus, que nos chamou para segui-lo e participar da sua missão. Voltar à Galileia significa recuperar a memória daquele momento em que Jesus nos olhou com misericórdia e nos chamou, quando nos fez sentir que o amor não é uma projeção infantil, uma ilusão, mas aquilo que dá sentido e sabor à vida”.

Ele foi enfático ao dizer: “Portanto, voltemos à Galileia sem medo. Levemos o fogo da Ressurreição a todas as criaturas. O Ressuscitado nos aguarda na Galileia e nos convida a retornar ao lugar do nosso primeiro amor, para nos dizer: ‘Não tenhais medo, segui-me’”. E ainda lembrou que quando um relacionamento conjugal, por exemplo, passa por turbulências e/ou crises, é salutar retornar às origens, ao primeiro amor.

Em seguida, realizou-se a liturgia batismal com a apresentação e o batizado dos 12 catecúmenos adultos e a renovação das promessas do Batismo de todos os fiéis presentes na assembleia.

Para encerrar, Pe. Roberto desejou a todos uma Feliz Páscoa, explicando o que significa: “Venha para fora! Faça a passagem! Saia do túmulo! Supere os automatismos e dê à luz algo novo! Quando desejamos uns aos outros uma Feliz Páscoa, é isso que devemos desejar. Páscoa é sinal da vitória, é símbolo de algo novo e inesperado que nasce ou renasce das cinzas”.







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