Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -A Pastoral Familiar (PF) da Paróquia Santo Antônio de SINOP é imparável. No quarto dia da Semana Nacional da Família (14) esteve na unidade masculina do CARTAS (Centro de Apoio e Reabilitação de Toxicômanos e Alcoolistas de Sinop). Trata-se de uma instituição que se dedica ao acolhimento e à recuperação de pessoas em situação de vulnerabilidade social e dependência química. Atualmente, a unidade abriga 19 “acolhidos”.
A condução do terço ficou a cargo de Roberto Simó, que recepcionou calorosamente todos os presentes, expressando alegria por esse momento de oração pelas famílias e em especial por todos os acolhidos do Cartas e suas famílias, enfatizou também a importância da iniciativa no PF e “sair” ao encontro das pessoas, especialmente, às mais necessitadas.
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Como de práxis, após a recitação do Terço padre Roberto convidou cada acolhido a se apresentar, dizendo o nome, o local de nascimento e o sonho que anima e acalenta o coração deles. As respostas foram dadas com sinceridade e emoção, revelando flashes de histórias duríssimas e dolorosas.

Com dez anos de fundação CARTAS iniciou suas atividades com uma unidade feminina. No entanto, com o tempo, a demanda por acolhimento masculino cresceu, levando à transição para a atual unidade masculina. A instituição conta com uma equipe multiprofissional composta por terapeutas, fisioterapeuta, psicóloga, pedagoga e equipe de gestão.

Na sequência, o padre ministrou uma bênção especial sobre os acolhidos e realizou a aspersão com água benta nos presentes e nos espaços da casa. Pelo visto o estilo de vida dos “acolhidos” é extremamente austero e disciplinado.

Para demonstrar a gratidão pela acolhida, o casal Paulo e Ledi, entregou uma singela lembrança ao representante da instituição, Joelber. A realidade nua e crua de tantos irmãos/as que padecem a dor do vício e de outras mazelas sempre é algo perturbador. Indubitavelmente, foi uma experiência forte e impactante para todos os membros da Pastoral, não obstante todos saberem que “a esperança não decepciona” (cf. Rm 5,5).

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A Pastoral Familiar (PF) da Paróquia Santo Antônio de SINOP é imparável. No quarto dia da Semana Nacional da Família (14) esteve na unidade masculina do CARTAS (Centro de Apoio e Reabilitação de Toxicômanos e Alcoolistas de Sinop). Trata-se de uma instituição que se dedica ao acolhimento e à recuperação de pessoas em situação de vulnerabilidade social e dependência química. Atualmente, a unidade abriga 19 “acolhidos”.
A condução do terço ficou a cargo de Roberto Simó, que recepcionou calorosamente todos os presentes, expressando alegria por esse momento de oração pelas famílias e em especial por todos os acolhidos do Cartas e suas famílias, enfatizou também a importância da iniciativa no PF e “sair” ao encontro das pessoas, especialmente, às mais necessitadas.
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Como de práxis, após a recitação do Terço padre Roberto convidou cada acolhido a se apresentar, dizendo o nome, o local de nascimento e o sonho que anima e acalenta o coração deles. As respostas foram dadas com sinceridade e emoção, revelando flashes de histórias duríssimas e dolorosas.

Com dez anos de fundação CARTAS iniciou suas atividades com uma unidade feminina. No entanto, com o tempo, a demanda por acolhimento masculino cresceu, levando à transição para a atual unidade masculina. A instituição conta com uma equipe multiprofissional composta por terapeutas, fisioterapeuta, psicóloga, pedagoga e equipe de gestão.

Na sequência, o padre ministrou uma bênção especial sobre os acolhidos e realizou a aspersão com água benta nos presentes e nos espaços da casa. Pelo visto o estilo de vida dos “acolhidos” é extremamente austero e disciplinado.

Para demonstrar a gratidão pela acolhida, o casal Paulo e Ledi, entregou uma singela lembrança ao representante da instituição, Joelber. A realidade nua e crua de tantos irmãos/as que padecem a dor do vício e de outras mazelas sempre é algo perturbador. Indubitavelmente, foi uma experiência forte e impactante para todos os membros da Pastoral, não obstante todos saberem que “a esperança não decepciona” (cf. Rm 5,5).

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